terça-feira, 26 de agosto de 2008

Falando em critica de moda...






Alguem aqui viu o desfile da TNG no fashion Rio??? A grife recebe consultoria por uma das "papizas" da moda brasileira Regina Guerreiro segundo ela o desfile foi inspirado no calçadão chic de Copacabana. O mais interessante é que o desfile recebeu os melhores elogios da temporada, todos os criticos de moda falaram bem do desfile usando adjetivos como criativo, divertido e até mesmo elegante. Porque será que esse desfile recebeu tantos elogios???? Porque pra mim ele foi vulgar, e a inspiração foi de garotas batendo ponto no calçadão! Vou colocar alguma fotos para quem não teve a oportunidade de vê o desfile. E vocês, o que acham??? Eu realmente concordo com o texto que foi publicado iniciamente no dusinfernos e foi reproduzido aqui no blog, tá faltando critico de moda no Brasil.
Bjs, Maria Dilia

Retrosexual

Bom vou reproduzir aqui uma postagem que coloquei hoje de manhã no meu blog. A postagem fala da nova denominação criada para os homens, ai vai ela:
" Tava demorando para aparecer uma nova denominação para os cada vez mais mutantes homens do século 21. Depois dos metrosexuais, você certamente ouviu falar dos übersexuais; recentemente também ouviu por aí o termo menergy - que designava uma volta às origens da masculinidade, depois de um período de extrema feminilização do homem, e o mais interessante é que todas essas denominações aconteceram num perido muito curto de tempo. Agora vem a novidade...já começa a circular na imprensa especializada o termo retrosexual, que nada mais é do que outra volta às origens, tanto na maneira de se vestir quanto de se portar. Culpa do livro The Retrosexual Manual: How to be a Real Man, do australiano Dave Besley, que lista os dez mandamentos...vamos a eles então:
1. Um retrosexual sempre paga a conta. Se ela insistir, tanto faz. Ele paga de qualquer jeito.
3. Um retrosexual nunca se dá conta de que está vivendo um relacionamento. (demoooora pra cair a ficha…)
4. Um retrosexual sempre toma as rédeas do churrasco dominical - nem que tenha que treinar uma semana antes ou vá ter aulas práticas no rodízio da esquina
5. Um retrosexual nunca será visto no banco do passageiro de um carro, a menos que seja num táxi, onde ele prefere se sentar na frente a ir atrás, de motorista
6. Um retrosexual não deve nunca chorar em público. Quando estiver sozinho, pode, mas em dois casos apenas: quando da morte de seu fiel cãozinho ou na derrota de seu time na semifinal do campeonato
7. Um retrosexual deve ter um kit completo de ferramentas e apetrechos de bricolagem, a serem exibidos mesmo se não estiverem em uso
8. Um retrosexual se recusa a ir ao médico, mesmo que tenha uma doença rara que lhe faça cair os testículos.
9. Um retrosexual tem que ter sempre um machucado. Acompanhado de uma boa história, que dure pelo menos cinco minutos
10. Um retrosexual sempre fica em pé num pub. Sentar é para casais e leitores do Guardian (tablóide inglês) "
Bjs, Maria Dilia

segunda-feira, 25 de agosto de 2008


Essa imagem pode dizer alguma coisa, mas também nada. Será que a moda é vista dessa mesma maneira?
No dicionario moda significa uso, modo ou costume que está em voga durante algum tempo. Não levamos isso a risca, moda é o que nos faz bem, é o que nos faz sentir nós mesmos, e de certa forma é nossa identidade pro mundo. Cada um, tem sua moda, cada um cria sua tendência,cabe ao seu estado mental e espiritual escolher seu estilo, bem como o jeito de ver as coisas, como esta imagem.
por hoje é tudo, não explica basicamente nada, é só meu ponto de vista do momento,esquisito, mas vamos levando, já é um começo. Até.....


Roberta Batista Soares
1° semestre
Turma:B
Turno:tarde
Terça-feira

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Básico? + o que significa isso na moda?




O professor me perguntou em um comentário o seria uma roupa básica na moda...Olha, eu pesquisei algumas coisas e assim,não existe uma referencia do que é ser básico,ai,vi que básico é essencial,na moda é uma peça que serve de base,de referencia...A calça jeans é a base do vestuário de hoje,de bebês à senhoras,o jeans é universal(acho que essa minha expressão:universal,vai ser a próxima pergunta)...Depois vem a blusa branca,dá com tudo,é bom para todos os horários...Sapatos,os básicos são as rasteiras,de cor preta ou caramelo...Bolsas pretas de tamanho médio...E por ai ,vai, e assim,essa é a minha opinião,é claro,mas,acharia super interessante ouvir outras opiniões,ver comentários,saber o que os outros pensam.É sempre muito bom interagir...

Abraços e comentem, please!!

Postado por Danielle Ponte,turma A,tarde, aula dia de terça-feira...

terça-feira, 19 de agosto de 2008

a moda que atravessa geraçoes

ola,meu nome é Neusirene, como ja disse em minhas apresentaçoes em sala, sempre gostei de tudo que diz respeito a moda.A ideia de criar qualquer coisa de novo me fascina, fazer parte do mundo da moda era um sonho engavetado a anos, que so agora vou poder realiza-lo, e quero me dedicar com todas as minhas forças.Sendo convidada pelo pfº Fabio a observar o que, e como nos vestimos, observei que todos os seres humanos da face da terra possuem um JEANS.Que tecido é este que atravessa gerações, e coloca diferentes classes sociais em pé de igualdade?Pois bem,o consumo mundial desta celebridade esta estimado em mais de tres bilhoes de metros lineares por ano, sendo que o brasil é um dos principais produtores desse tipo de tecido no mundo, com uma capacidade de produçao acima de 600 milhoes de metros lineares por ano. Sendo assim este tecido é um patrimonio da humanidade.concordam?


Neusirene Maia
turma B tarde
terça-feira
Oi.....sou Danielle Wallenia da Turma E....estou voltando para faculdade agora...pretendo voltar com força total. Bem..depois daquela aula de terça (12/08) fiquei matutando algumas coisas meio filosofica, o Prof. me chamou atenção com sua observações para o cotidiano. Diante disto, no feriado, fiquei analisando as vestimentas alheias. Fui para um paraiso no Ceará...Jericoacoara....lá podemos ver pessoas das mais diversas nações, crenças e estilos. Comecei a analisar o tecido, o caimento...o hyppie com tecidos leves, estampados, com uma forte influência africana. tecido tecnologico fica a cargo daquelas mulheres e homens de caracteristcas nordicas (todos vermelhos...não estão acostumados com o nosso Sol). Mas a malha ainda reina....as pessoas, dentro de um conceito mais basico de moda, aderem a um estilo mais trivial, como vestidos de estampas florais, bem primavera ( que primavera que nada, lá deveria está uns 38°), batas, blusas..mas no final de tudo, acho que não existe uma roupa adequada para cada local, acredito que exista o que lhe faz bem diante de uma coerêcia. Adorei esse exercicio, aconselho a todos a observar o cotidiano, a partir dele,iremos perceber que as pessoas não são somente uma figura com uma determinada roupa, mas sim um individuo que a partir daquela vestimenta diz o que é ou o que está procurando ser.

sábado, 16 de agosto de 2008

sobre crítica de moda

Vejam o que achei pesquisando na internet sobre crítica de moda...

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http://dusinfernus.wordpress.com/2008/04/03/por-uma-critica-de-moda/
POR UMA CRÍTICA DE MODA
Abril 3, 2008 • 8 Comentários
O mundo da moda reclama muito da falta de uma verdadeira crítica de moda ou de um esforço de um pensamento crítico no Brasil. Tendo a pensar que algumas editoras e editores de moda se esforçam nessa construção, mas muitas vezes são impedidos de realizar algo mais profundo por culpa de diversos mecanismos.
Um deles é que os meios que representam (revistas e jornais) têm parte de sua receita vinda da publicidade de inúmeras das possíveis marcas criticadas. Outro ponto que também é um agravante faz parte de uma certa diplomacia que os editores fazem com assessorias e estilistas para a entrada nos desfiles, pois diferentemente das pessoas de fora da moda, sabemos da importância não só de assistir a coleção de uma marca como estar bem posicionada para poder perceber detalhes que podem construir uma certa visão. Essa diplomacia acaba sendo crucial para o acesso ao backstage, outro lugar importante para compreender uma coleção.
Acho engraçado que todo mundo acha compreensível se um crítico de música reclama do áudio de um show ou mesmo da visibilidade da performance do artista caso ele fique sentado em frente a uma pilastra, mas com a moda, parece frescura querermos estar na sala de desfile ou mesmo em um lugar que informações igualmente importantes como acessórios e make up (esse cada vez mais relevante) não possam ser percebidos. Mas isso será assunto para outro post.
Voltando ao povo da moda, crítica não significa falar mal. Não considero Regina Guerreiro uma pessoa que pensa moda porque fala ”mal” dos desfiles, mas sim porque tem um pensamento e uma visão de moda e é fiel a ele. Tão fiel que é capaz de cometer um grave delito para os fashionistas: criticar negativamente uma coleção em público (algo que sabemos é muito praticado a boca miúda). Talvez aí resida sua superioridade e a atenção que os fashionistas, e não só eles, têm para com a editora. Falo isso porque acredito que hoje, nesse momento, os sites e mais ainda os blogs seriam os lugares ideais para se fomentar um pensamento de moda, ou vários.
Do mundinho
Um outro problema é que todos na moda se conhecem ou sabem mais ou menos que são ou ouviram falar, etc,etc. O primeiro passo é entender que os laços de amizade não devem ser escondidos, mas sim amenizados principalmente se for uma crítica em choque com o que foi visto na passarela ou no editorial.
Existe um paradoxo, os estilistas e criadores de moda sempre reclamam dessa falta de crítica, mas entram em pequenas rusgas com os editores e jornalistas quando a crítica não os favorece. E isso é generalizado, já vi estilista com carreira consolidada chateado (no sentido infantilóide) com a crítica negativa de uma editora. Ao que me parece vivemos um momento que ainda eles enxergam a crítica e os editores como aduladores de seus egos. Isso não é bom nem pra moda nem pra um pensamento crítico.

:: Fábio Azevedo ::